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| 18/02/2012 |
| Orçamento fictício |
| O contingenciamento de R$ 55 bilhões do Orçamento Geral da União (OGU), anunciado pelo governo federal, gerou justos protestos da senadora Maria do Carmo. "O corte atinge, além das emendas parlamentares, recursos de pastas importantes, como saúde, educação e previdência social", disse Maria, que lembrou ainda que esses recursos serão reencaminhados para pagamento da dívida pública, em detrimento de ações que atendam as demandas da sociedade.
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| Diante da repetição de situações como esta, a senadora defende que o orçamento seja mais impositivo e menos uma peça de ficção, pois, do jeito que está, é feito da forma que o Executivo deseja. "A nós parlamentares, que recebemos as demandas das comunidades, resta muito pouco a fazer", conclui.
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| 15/02/2012 |
| Novo personagem |
| Não mais que de repente, o governador Marcelo Déda introduziu um novo interlocutor para acabar com a insatisfação dos policiais militares com o governo, ocasionada pela indefinição da carga horária da categoria.
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| O desentendimento ameaçava desaguar agora em uma negativa dos PMs trabalharem durante o carnaval, caso estivessem de folga. O deputado Rogério Carvalho desceu como de paraquedas, conversou com representantes de associações militares e tudo ficou resolvido. Simples assim.
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| Segundo matéria do site Faxaju, o que agradou aos policiais foi a autorização do governador para a publicação no boletim interno da PM da decisão de encaminhar para a Assembleia Legislativa, em abril, o projeto elaborado pelas associações que inclui a reivindicação da corporação.
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| Não se sabe ainda o porquê do secretário de Articulação com Movimentos Sociais, Chico Buchinho, empossado justamente para fazer o que Rogério fez, ter sido excluído desta negociação. Para conseguir o que o governador cedeu, os militares não precisavam da atuação em edição extraordinária de Carvalho.
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| Com a mesma boa vontade de Déda demonstrada agora, há muito tempo o impasse já teria sido resolvido por meio do próprio Buchinho. Mas aí não apareceria a figura de Rogério Carvalho que, se não conseguia marcar pontos por meio da sua especialidade, a Saúde, recebeu de bandeja a chance de obter alguma coisa agora pela Segurança. O que não faz a proximidade de uma eleição!
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| 14/02/2012 |
| Verso e reverso |
| Ao opinar sobre o corte de R$ 1,3 bilhão nos gastos anunciado com pompa e circunstância pelo governador Marcelo Déda, o economista Luiz, Moura, do Dieese, disse que o discurso do governador é apenas uma vacina para os servidores não reivindicarem reajustes ou planos de carreira, pois esta economia seria um montante difícil de ser previsto.
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| Para Moura, a situação econômica do estado deste ano será melhor do que a do ano passado. Ele condena o pessimismo dos secretários, pois "ninguém investe em um local onde a economia não vai bem", disse ao JC. Se o cenário nebuloso pintado pelo governo serve para tentar segurar o apetite do funcionalismo, por outro lado enfeia o quadro também para os possíveis investidores.
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| Há motivos para se questionar o discurso para baixo de Marcelo Déda. Em 2007, início de seu primeiro mandato, só se ouvia das bocas petistas o relato de uma situação de caos nas finanças do estado que teria sido herdada do governo João Alves. O inferno de Dante era refresco diante do que falavam.
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| Eis, porém, que logo em seguida Déda viaja aos Estados Unidos e prega a possíveis investidores uma realidade totalmente diferente do que era dito aos nativos sergipanos. Destacando que Sergipe tinha a melhor renda per capita e qualidade de vida do Nordeste, além de ser um estado economicamente viável. Para o bem do funcionalismo, Luiz Moura desejaria que o otimismo se repetisse agora.
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| Medidor |
| Segundo a promotora Euza Missano, o grande responsável pela superlotação do Hospital João Alves é a deficiência de funcionamento dos hospitais regionais.
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| As unidades de saúde são consideradas as grandes obras na área pelo governador Marcelo Déda. O inchaço do Hospital João Alves, no entanto, é a melhor medida da ineficiência desses investimentos do governo.
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